\\ Texto Maria Amélia Pires
\\ Fotografia Direitos Reservados

Centro Empresarial da Lionesa

Expansão arranca este ano

Nascido em 2002, com o intuito de dar vida a um espaço que foi outrora uma propriedade industrial, e tendo em linha de conta a sustentabilidade e a preservação e manutenção da memória arquitetótica, o Centro Empresarial da Lionesa, em Leça do Balio, Matosinhos, teve sempre a preocupação de criar infraestruturas multifacetadas, flexíveis e dinâmicas, onde vários negócios encontrassem espaço para prosperarem e se expandirem. Para além das múltiplas valências de suporte às empresas e aos colaboradores, os serviços de comodidade e lazer foram sempre cruciais, no sentido de incrementar o fator motivacional no posto de trabalho e de desenvolver as relações interpessoais entre os colaboradores.

Se hoje o Centro Empresarial da Lionesa acolhe um movimento diário de 4000 pessoas das mais de 110 empresas sediadas, esta realidade mudará em breve, uma vez que um projeto de expansão, da autoria do arquiteto António Leitão Barbosa, está em curso, tendo como objetivo aumentar a atual área bruta locável (ABL) para mais de 100 mil m2 até 2025, num investimento global de 100 milhões de euros. Capaz de acolher uma comunidade de mais de 10.000 pessoas, a Lionesa vai tornar-se um dos maiores centros empresariais do país.

A expansão arranca já este ano, com a inauguração de uma zona desportiva que incluirá oito campos de padel, um campo de ténis e dois campos de futebol. Esta área incluirá ainda um corredor verde que fará a ligação entre a Lionesa e a zona costeira em Leça da Palmeira, fazendo assim a conexão dos Caminhos de Santiago. Nos próximos anos, iniciar-se-á a construção de novos edifícios contíguos aos atuais – incluindo um hotel, residências empresariais/universitárias e uma área dedicada ao empreendedorismo, bem como novas áreas de restauração, serviços e comércio –, da autoria de vários arquitetos, que terão sempre em conta a harmonia com a envolvência. Na reta final, construir-se-á um novo parqueamento que restringirá quase totalmente a circulação automóvel. Está previsto ainda um novo sistema emblemático – um vaivém suspenso por carril – como método de transporte individual, que fará as ligações entre as duas extremidades. Finalmente, uma torre de 25 pisos, que albergará um novo e alternativo programa, será construída, rompendo com a horizontalidade que caracteriza o território envolvente e materializando o desejo de crescimento da Lionesa.

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