João Paulo Ferreira, Country Manager da HAIER Portugal - Haier e a sustentabilidade
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O Grupo HAIER está numa jornada de transformação para se tornar a primeira escolha do consumidor em soluções para casas inteligentes. Esta visão está aliada à necessidade de uma economia e de uma sociedade mais circulares.
A sustentabilidade é um pilar fundamental. A nossa estrutura assenta na Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável, um programa de ação para as pessoas, para o planeta e para a prosperidade. Enquanto empresa, queremos desempenhar o nosso papel nas comunidades onde operamos e contribuir para a concretização dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Concretamente: ter 100% dos utilizadores conectados e educados sobre o consumo sustentável; atingir 60% de energia renovável até 2025; reduzir as nossas emissões de Escopo 1 e 2 através da transformação das instalações; ter 100% das fábricas com certificação ISO 50001 e ISO 14001; obter 96% de valorização de resíduos e 70% da água recuperada e reutilizada nas fábricas; aumentar a representatividade das mulheres em cargos de chefia; aumentar a disponibilidade de oportunidades de formação relevantes para os colaboradores; garantir a segurança e dignidade de todos os nossos colaboradores em todos os locais e percursos de carreira; reduzir para 40% as taxas de sinistralidade até 2025; obter a certificação ISO 27001 para a gestão da segurança da informação; ter 100% dos produtos da marca classificados com os selos UL Gold e Diamond para o risco de cibersegurança; permitir 100% dos colaboradores com formação em cibersegurança e privacidade de dados.
Estes são alguns dos pontos de compromisso que temos no nosso relatório de sustentabilidade. A indústria tem feito a sua parte, mas há muito a fazer a jusante. Em Portugal por exemplo, fala-se muito de sustentabilidade, mas existe a dificuldade em focar no essencial, e no que se pode controlar. Continuamos sem políticas para reduzir o consumo energético e para apoiar produtos que realmente fazem a diferença no dia à dia da vida dos consumidores. Programas como o “E-lar” deviam abranger os produtos que são responsáveis pela maior fatia do custo energético dos lares em Portugal. Continuamos a seguir agendas eleitoralistas e não as necessidades reais de redução do consumo energético e hídrico.
João Paulo Ferreira,
Country Manager da HAIER Portugal